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A Nova (A)Normalidade | Lançamento do documentário

Já está disponível on-line o documentário "A Nova (A)Normalidade: A convivência com a Covid-19”, realizado pela Sol sem Fronteiras com a ajuda do Marcos Canjongo e com o apoio do IPDJ,I.P através do programa Organização de Tempos Livres.


O projeto "A Nova (A)normalidade: A convivência com a Covid-19” foi concebido com o intuito de fazer uma análise sociocultural, através da recolha de testemunhos, sobre as novas formas de interação entre os jovens durante a pandemia, no contexto de alguns países lusófonos (Brasil, Portugal, Moçambique, Cabo Verde, Angola, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau).


A Solsef juntou-se ao Marcos Canjongo, um jovem em formação religiosa, para fazer um percurso por estes países através dos testemunhos dos missionários que lá habitam. O voluntário, com o apoio da Solsef, fez uma recolha de contactos e concertou as entrevistas, realizadas via internet, que decorreram durante o passado verão. Assim, o resultado desta investigação é uma visão geral sobre o impacto da pandemia, tendo em conta as especificidades de cada país.




Foram várias as pessoas que acederam a participar neste projeto, tanto próprios jovens como pessoas que trabalham em contato com essa faixa etária. O Pe. Hugo Ventura, assistente nacional dos Jovens Sem Fronteiras e o Gonçalo Aguiar, da Coordenação Nacional, ficaram encarregues por apresentar a realidade portuguesa.


No caso da Guiné-Bissau a responsabilidade foi partilhada entre o Pe. Ellie Catien, da paróquia de Nossa Senhora da Ajuda em Bissau, e as Irmãs Luzinete Fortes e Ana Lúcia dos Santos, da Missão Católica de Contuboel.


A situação de Cabo-Verde ficou representada pelo testemunho dos voluntários Juliana e André Matias Castro Alves, que realizaram um ano de voluntariado na Paróquia de São Lourenço dos Órgãos, na Ilha de Santiago, e pelo do Pe. Manuel Semedo, da Paróquia São Miguel Arcanjo, na Calheta de São Miguel.


O Pe. Alberto Tchindemba, da Paróquia de São João de Deus, em Nampula, em Moçambique, também participou neste documentário para falar dos jovens da sua comunidade e da realidade urbana do país, sendo que também contamos com a visão do ambiente rural graças à partilha da Gabriela Rodrigues e da Cristina Fontes, voluntárias em Itoculo.


No documentário também podemos ver como é que a pandemia afetou o Brasil, um dos países onde tem sido mais virulenta. O Pe. Assis Tavares relatou a sua experiência na Favela de Vila Prudente, em São Paulo, e o Pe. Alfonso Pucutá, em Cruzeiro do Sul, no estado de Acre.


Também viajamos até Angola, da mão do relato do Pe. João Paulo Freitas, que relata as dificuldades que enfrenta na Missão Católica de Kalandula, onde reside.


Finalmente, foi a Irmã Marilú Ibarra a encarregue de dar uma visão sobre o impacto da pandemia em São Tomé e Príncipe, e ainda uma mensagem de esperança perante as incertezas que esta situação provoca.


Este documentário que agora estreamos, de cerca de 30 minutos de duração, pretende dar uma visão global de como os jovens se adaptaram a esta pandemia nos diferentes contextos. Mas acreditamos que o tema interessante e abrangente o suficiente, por isso aproveitaremos todo o material recolhido para aprofundar as especificidades de cada país. Assim, nos próximos tempos lançaremos, a partir desta peça inicial, uma série documental que aprofundará a realidade dos diferentes países.


Só nos resta agradecer a todos os participantes pelo valioso testemunho e ao Marcos Canjongo pela sua disponibilidade para participar neste projeto. E um obrigado muito especial ao IPDJ, I.P. que com o seu apoio através do programa OTL, possibilitou a concretização deste projeto.


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