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Feira sem Fronteiras em S. Brás de Alportel

No dia 11 de Julho pelas 6.30h, António Raimundo, sócio de Solsef e Rui Branco, presidente da ONGD, rumaram a São Brás de Alportel, com alegria e esperança no coração, procurando ajudar a construir o Projeto de Voluntariado de curta duração Ponte 2015, com as Feiras Solidárias em S. Brás de Alportel a decorrer nesse fim-de-semana.


Fizeram uma viagem muito divertida e, após passar pelos montes e vales da serra algarvia, chegaram ao seu destino: São Brás de Alportel. À sua espera encontravam-se alguns jovens dos grupos de Jovens sem Fronteiras de Santa Catarina e de São Brás de Alportel.


A feira dividiu-se em dois momentos do dia: da parte da manhã, desenrolou-se em frente ao Mercado de São Brás de Alportel e à noite no Museu do Traje.


Na primeira parte, os voluntários começaram a trabalhar assim que chegaram. O automóvel foi descarregado e os materiais postos à venda. O dia estava perfeito para a praia, mas mesmo assim a população de São Brás foi ao encontro da nossa Feira sem Fronteiras e contribuiu com as suas compras. Esta parte da manhã foi muito produtiva para Sol Sem Fronteiras porque foi possível angariar uma boa quantia de dinheiro que irá reverter para o projeto Ponte 2015.

                   

             Adriana Gonçalves, Ana Martins e Rui Branco na Feira sem Fronteiras, em S. Brás de Alportel


À medida que se vendiam os produtos, os nossos voluntários explicavam às pessoas o porquê de estarem ali naquele dia e a finalidade do dinheiro. É de louvar a adesão da população algarvia, pois sem ela a nossa feira não seria a mesma coisa. As vendas foram desde livros, sacos para as compras, estantes, candeeiros a peças de artesanato, entre outros.


Após o trabalho árduo da manhã, os voluntários de Lisboa ainda tiveram tempo para se irem banhar nas águas quentes do Algarve antes de voltarem ao trabalho no Museu do Traje.


No período da noite, os voluntários deslocaram-se para o Museu do Traje, então com o auxílio dos voluntários Ricardo Peres, Adriana Gonçalves, Adriana Cavaco (Pontistas 2015) e Ana Martins. Não se sabia se iria resultar ou não, porque era algo de novo, mas acabou por se revelar uma experiência positiva.


Depois do encerramento da feira no Museu do Traje, os voluntários de Lisboa pernoitaram em São Brás de Alportel.


Em suma, o saldo da Feira Solidária Sem Fronteiras – Algarve 2015 é positivo, não só pela angariação de fundos, mas, principalmente, pelo convívioque houve entre pessoas que estão, geralmente, longe mas que se juntaram por algo maior – fazer o Sol nascer para todos.

Por: António Raimundo


O Sol nasce para todos
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