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Os padres de Bajob contribuem para o Sol Nascer para todos

A Missão Católica de Bajob foi fundada em 1980, por uma equipa missionária constituída por Pe. René des Deserts, superior do grupo, Pe. Pierre Buis e Pe. José Costa. Passados mais de 35 anos, a Missão prossegue, agora nas mãos dos padres Michel e Martin que continuam a trabalhar, movidos "não apenas pela missão de evangelização, mas sobretudo pela convicção de que todos podemos viver sob os mesmos princípios, os princípios universais”, tal como refere o padre Martin. 




Padre Michel da Missão de Bajob



Desde da sua génese, que os missionários se dedicam à pastoral e à procura de ferramentas passíveis de  trabalhar para o fortalecimento das comunidades. De entre várias atividades, os espiritanos organizam iniciativas de gestão de recursos locais, formam equipas de pedreiros para construírem infraestruturas de serviço comunitário como escolas e poços e, ainda, valorizam a cultura manjaca, divulgando a língua.


A construção dos poços, por exemplo, comprova a dedicação de toda a comunidade para a melhoria dos hábitos locais, porque foi a própria comunidade que se juntou para construí-los, contando também com a contribuição de emigrantes que, apesar de já não viverem nas suas tabancas, continuem a ajudar no desenvolvimento da região. 


As infraestruturas de refeição e de saneamento das quatro Escolas Primárias de Calequisse, são outro exemplo do trabalho prestado pela comunidade, organizado pelos missionários de Bajob. Esta atividade, que faz parte do projeto "Edificando Educação”, cofinanciado pelo Instituto Camões I.P, foi acompanhada pelo Padre Michel e concretizada por pedreiros da região.


Em relação à divulgação da língua manjaca, um dialeto falado por pessoas desta etnia, a Missão de Bajob valoriza-a, editando um dicionário e manuais de ensino-aprendizagem e ao traduzindo os textos litúrgicos. Ao fazê-lo, permitem aos manjacos compreenderem os textos litúrgicos. 

 

O trabalho da Equipa Missionária é discreto e abnegado, mas gostaríamos de partilhar um resumo das infraestruturas criadas, pois consideramos que o seu contributo é inquestionável no âmbito da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento:



INFRAESTRUTURAS SOCIAIS:



Poços Construídos:

- Em Calequisse: Bajob: 3, Bipar: 2, Cachalam: 1,  Basarel: 3, Balomo: 1, Chanteu: 4, Catije: 6, Bariepinde: 4, Calequisse: 2, Bó: 2 e Mata de Ucó: 2

- Em Canchungo: Bará:2, Caginjasa: 3, Biliquise: 2, Bajope: 1, Canchungo: 1

- Em Cacheu: Cacheu: 1

- Em Caió: Caió: 1



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Escolas

- Escola Primária de Bariepinde

- Escola Primária de Batau

- Escola Primária de Mata de Ucó

- Escola Primária de Bajob

- Liceu Daniel Brotier (Calequisse)

- Escola-Ciclo Libermann (Calequisse)

- Escola Primária de Timat

- Escola Primária de Canchungo

- Aldeia dos Estudantes de Canchungo - O projeto foi financiado pela cooperação francesa e alberga estudantes das tabancas dos setores de Canchungo e Calequisse, pois só existe a possibilidade de estudar a 11ª e 12ª Classe na vila de Canchungo.


 

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INFRAESTRUTURAS DE SERVIÇO PAROQUIAL:

 



Missões constituídas:

- Missão Católica de Bajob

- Missão Católica de Betenta

- Missão Católica de Caió

- Missão Católica de Tubebe

- Missão Católica de Cacheu


 

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Capelas:

- Bajob

- Bipar

- Barame

- Basarel

- Chanteu

- Catije

- Bariepinde

- Batau

- Timat

- Calequisse

- Mata de Ucó

- Betenta

- Caió

 


A Missão Católica de Bajob foi oficialmente inaugurada em Abril de 1980, já com toda a equipa de espiritanos presentes: Pe. René des Deserts, de França que seria o superior do Grupo, Pe. Pierre Buis, também francês e o Pe. José Costa, de Portugal. Albino Fernandes, de 22 anos, junta-se a este grupo enquanto jovem missionário que viria realizar a sua experiência de discernimento vocacional, ficando por Bajob durante 2 anos. Mais tarde, em 1985, chegou outro espiritano francês, o Pe. Michel Gerlier que ainda continua o seu trabalho nos dias de hoje. 


Em 1987 é inaugurada a Missão de Caió, no dia de Pentecostes, pelos Pe. José Costa, João David e Manuel Paula. Nesse mesmo ano, os Jovens sem Fronteiras viajam até Caió, para a sua primeira experiência de voluntariado internacional. Muito do trabalho presente nesta homenagem, deve-se à Missão de Caió. No entanto, a mesma já não se encontra em funcionamento nos dias de hoje. 


Fica aqui o nosso sincero agradecimento pelo que foi feito e pelo que continua a ser feito pela Guiné-Bissau. Graças a todos vós, o Sol irá Nascer para Todos os guineenses. 

O Sol nasce para todos
Organização Não Governamental para o Desenvolvimento
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