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Testemunhos - Ponte 2018
Testemunhar sobre o projeto de voluntariado realizado em Itoculo (Moçambique) é uma forma de criar memórias e reflectir sobre o que ficou e o que mudou em cada voluntário. 
 

Ângela Loureiro



Ângela acompanhada por uma jovem de Itoculo


 

Livre sorri, ganhei asas e parti…. Parti ao encontro de um povo simples, humilde, cheio de esperança e com uma alegria contagiante. Pessoas ricas de Deus que me enchiam de felicidade, a cada dia que passava e me punham o coração a transbordar de amor. Senti em cada encontro a presença de Deus, pelos sorrisos, olhares, abraços e partilhas. Descobri que as pessoas com quem nos cruzamos fizeram com que cada momento fosse uma bênção de Deus. Vim de Itoculo com o coração cheio de TUDO, fé, alegria, felicidade, amor e saudade…




Bernardino Semedo




Dino no encontro com os jovens na comunidade de Nicane



Vale a pena… vale sempre a pena partir. O espírito jovem das comunidades fez saltar, em mim, um olhar diferente da realidade: nunca é tarde para perceber que Deus nos ama e nos convida a amar sem medida. Senti-me convidado a ‘ser uma ilha de misericórdia num mar de indiferença’.

Sempre que estive com os jovens a interpretar, com as nossas vidas, a parábola das Bem-aventuranças, vi que a nossa vida tem muito mais valor quando doada por amor. A Pérola que chamou-me a partir brilhou no rosto das pessoas que nos acolhiam, gerando proximidade fraterna que fez reinar o Amor.




Inês Gonçalves



Inês com as crianças da Escolinha Comunitária


Os sorrisos de esperança e de alento de cada pessoa foram aquilo que tornaram este mês repleto de emoções. Viver na alegria do povo macua é sentir e viver Deus de perto. 

Fui com tudo para dar, mas, no final, fui eu quem mais recebi. Todos os dias sentia o carinho e a gratidão da comunidade, o olhar ternurento dos mais crescidos e os abraços e sorrisos desmesurados dos mais novos. Nestas pessoas vi os atos generosos de Deus, o amor na sua forma mais bela. De Itoculo trago memórias que são incomensuráveis, mas eternas para a alma.


 

Martina Teixeira



 

 Martina, deixando-se envolver pelo sorriso de uma criança do lar do mosteiro das Irmãs de Nampula.

 


"Ser tão nada e acolher tudo como Dom”- A missão nos deixa envolver por um Amor Maior, este Amor que não nos deixa apenas dizer sim mas que se faz ainda mais forte ao viver a entrega, a partilhar e a presença no irmão.

A criança, o jovem, o "papa” e a "mamã”, fica gravado um rosto simples e cheio de Deus, um rosto de alegria e Fé. A pérola que nos moveu a ir além-fronteiras, não se deixou ficar apenas com a nossa presença, mas que nos levou à descoberta de nós mesmo, descobrir o nosso coração, redescobrir o Deus que se fez presente em todos os momentos. Entre Portugal e Itoculo aquilo que nos une é este Amor Deus!

 



Damasceno dos Reis




Pe. Dasmasceno celebrando a eucaristia com as comunidades do interior



Voltar a ver as caras (e as vidas) da gente com quem passei tantos anos, foi uma alegria imensa. Fiquei feliz por constatar que a vida continua; o trabalho de construção e fortalecimento das comunidades cristãs, as estratégias de desenvolvimento social e humano, pensadas em conjunto, vão dando fruto e continuam a ser assumidos com entusiasmo. Muito agradável e gratificante também foi a experiência de fraternidade e comunhão missionária vivida com este pequenino, mas bonito "Grupo Ponte”, e com a equipa missionária que tão bem nos acolheu. Noxukuro (Agradecemos).


 

Raquel Silva



 

Raquel Silva a colher sorrisos junto das laristas de Itoculo

 

 

"Movidos pela pérola preciosa” que é Jesus, lá partimos nós rumo a um lugar tão especial, Itoculo, para uma missão de amor sem medida. 

Vivemos um mês repleto de fé, partilha, união e emoções à flor da pele, junto daquela terra vermelha tão especial e de um povo tão genuíno e de sorriso fácil. Por Ele partimos e regressamos, com a saudade no coração, um sentimento de gratidão e o compromisso eterno de "estar perto dos que estão longe, sem estar longe dos que estão perto”. A nossa Ponte começa agora, por isso, com todo o amor, digo: "Itoculo, koxukuru vanjeni. Mpáka nihíko nikína.” (Itoculo, estou muito agradecida. Até outro dia).




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