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Título da iniciativa


Emo(can)ção


Descrição


A iniciativa EMO(CAN)ÇÃO, promovida pelo IPDJ - Instituto Português do Desporto e Juventude I.P. (IPDJ, I.P), no âmbito do dispositivo 2.2 do Programa Cuida-te+, visa promover a Educação para a Saúde pela Música. A Sol sem Fronteiras, em nome do IPDJ, I.P., irá executar a ação com a colaboração da Rita Redshoes.

Objetivos


Objetivo geral: Contribuir para o bem-estar emocional em jovens, dos 12 aos 25 anos, através da aplicação dos princípios da Musicoterapia no âmbito da Educação para a Cidadania Global.


Objetivo especifico: Contribuir para a tomada de consciência (individual e de grupo) de alguns princípios essenciais (inerentes ao crescimento saudável do indivíduo e do indivíduo em sociedade), no âmbito da Educação para a Cidadania Global, em jovens dos 12 aos 25 anos, através da aplicação dos princípios da Musicoterapia.


Público alvo

 

Cidadãos jovens, dos 12 aos 25 anos de idade, inclusive, particularmente indivíduos ou grupos em situação vulnerável ou de exclusão social.

Entidades Recetoras da Intervenção

1. Estabelecimentos de ensino básico, secundário ou superior

2. Associações RNAJ

3. ONGD

4. IPSS

5. Outras entidades privadas, com ou sem fins lucrativos, que prossigam os objetivos enquadrados nas áreas de Intervenção do Programa

6. Autarquias locais

Estratégia interventiva


As sessões têm como base os vários modelos teóricos que regem a Musicoterapia. Os métodos são combinados e adaptados às finalidades e características de cada grupo, podendo ser ajustados de acordo com a dinâmica e resposta dada.


As atividades propostas utilizarão técnicas ativas, onde os intervenientes são protagonistas, improvisando, tocando instrumentos ou cantando, e compondo; e técnicas passivas, que enfatizam a comunicação interna num processo de escuta e observação individual e conjunta.

As sessões seguirão uma Abordagem Globalizadora, isto é, uma abordagem que inclui: a Técnica e a Criativa. Assim, as atividades a realizar poderão ter um carácter mais técnico, com vista a desenvolver uma área específica pré-determinada, e outras com um carácter mais criativo, numa vertente lúdica que fomente a autoexpressão e a criatividade. A aplicação de ambas abordagens atenderá aos objetivos e características do grupo alvo de intervenção, como a faixa etária ou valores a trabalhar.

As atividades serão dirigidas aos quatro planos que compõem o indivíduo; o plano Relacional (melhoria das habilidades sociais, despertar a consciência para comportamentos de risco e exclusão social); o plano Emocional (autoexploração, identificação de emoções e autoexpressão do próprio e do outro), o plano Cognitivo (fomentar as aptidões cognitivas como a atenção, concentração e memória) e o plano Corporal (consciencialização e expressão de emoções através
do corpo e as suas implicações no contexto onde o indivíduo se insere).

A improvisação será uma das técnicas chave. Esta pode ser Não Referencial, ou seja, não tem por base nenhuma diretiva, respeita apenas a liberdade criativa ou Referencial, partindo de uma premissa prévia.

No âmbito das sessões serão ainda tratadas as seguintes áreas vinculadas à Educação para a Cidadania: Educação Ambiental; Educação do Consumidor; Educação Financeira; Educação Intercultural; Educação para Segurança, a Defesa e a Paz; Educação para a Igualdade de Género; Educação para o Risco; Educação para o Desenvolvimento; Educação para o Empreendedorismo; Educação para o Voluntariado; Educação para os Direitos Humanos; Educação para os Media; Educação Rodoviária e Educação para a Saúde e para a Sexualidade.

As sessões são divididas em três partes:

1. Fase de Introdução: predispõe os participantes para as atividades, com uma sequência de exercícios de Aquecimento, onde é feita uma apresentação entre a orientadora e os participantes. Esta apresentação é feita através de jogos de interação em grupo, que fomentam a confiança e desbloqueiam alguma resistência prévia. 

2. Fase de Desenvolvimento de atividades (ativas e/ou passivas), com o foco nos objetivos específicos pretendidos: recorrendo a jogos musicais (individualmente, a pares ou em grupo), com e sem instrumentos e a música pré-gravada. No final de cada atividade é feita uma conversa em grupo, onde serão revelados e discutidos os objetivos da tarefa, bem como o tipo de emoções que foram despertadas e que conclusões se podem retirar.

3. Fase Final: fase de despedida onde se encerra a sessão procurando o regresso à normalização física e psicológica dos intervenientes.

Metodologia de avaliação do projeto


A avaliação da intervenção será feita desde o ponto de vista qualitativo a dois níveis. Por um lado, serão feitas Avaliações Diagnósticas e Avaliações Formativas, no âmbito de cada uma das sessões, a fim de analisar o impacto da intervenção no público-alvo. Por outro lado, findo o projeto, será aplicada a análise SWOT (Forças, Fraquezas, Ameaças e Oportunidades), junto dos intervenientes no projeto, a fim de avaliar a ação desde um ponto de vista global.


Datas


De 24 de novembro de 2020 a 30 de junho de 2021

 

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