Educar em valores

A Educação para a Cidadania Global é um processo dinâmico e participativo que procura sensibilizar e consciencializar a sociedade civil sobre os valores da justiça, da equidade e da solidariedade.

Quais os objetivos?

  1. Formar pessoas para combater estereótipos e preconceitos relacionados com outros povos e culturas;
  2. Capacitar pessoas para a compreensão crítica e a participação no desenvolvimento local e internacional;
  3. Capacitar cooperantes e agentes de cooperação públicos e privados;
  4. Contribuir para a análise crítica da cooperação e para a sua atualização permanente;
  5. Impulsar à democracia participativa e à cultura solidária;
  6. Lograr apoio social para dar credibilidade às políticas e à ação de cooperação.

Quais as formas de intervenção?

Os processos educativos desencadeados e levados a cabo no âmbito de ações de Educação para a Cidadania podem enquadrar-se em diferentes formas de intervenção que, embora muitas vezes complementares, se caracterizam por variações em relação à duração das ações, aos públicos específicos ou às metodologias aplicadas. Algumas dessas formas de intervenção são as seguintes:

  1. Sensibilização: alertar para problemáticas e situações, causas e alternativas justas, equitativas e solidárias, despertando questionamentos, reflexões e vontade de conhecer, aprender mais e agir em coerência;
  2. Intervenção pedagógica: promover a aprendizagem da leitura crítica das desigualdades locais e globais, num contexto de interdependência e de identificação das suas causas, e a mobilização para o compromisso com a transformação destas realidades;
  3. Influência política: fornecer argumentos a pessoas ou instituições com poder para tomar decisões significativas, de modo a que respeitem compromissos publicamente assumidos e possam mudar as políticas vigentes ou infletir medidas em preparação.

Quais os setores de intervenção?

  1. Educação Formal: educação regulada de forma legislativa (Ensino Pré-escolar, Ensino Básico, Ensino Secundário, Ensino Pós-Secundário não Superior e Ensino Superior).
  2. Educação Não Formal: educação não regulada de uma forma legislativa, mas sim estruturada por objetivos e conteúdos (Associações, Fundações, ONGD, Empresas e Sindicatos).
  3. Educação Informal: educação não regulada de uma forma legislativa e não estruturada por objetivos e conteúdos – atividades da Sociedade Civil (manifestações, greves, entre outros).

Quais as áreas de intervenção?

A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (Grupo de Trabalho de Educação para a Cidadania, 2017) aposta no exercício da cidadania ativa e responsável tendo em conta as seguintes áreas prioritárias: Educação Ambiental; Educação do Consumidor; Educação Financeira; Educação Intercultural; Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz; Educação para a Igualdade de Género; Educação para o Risco; Educação para o Desenvolvimento; Educação para o Empreendedorismo; Educação para o Voluntariado; Educação para os Direitos Humanos; Educação para os Media; Educação Rodoviária e Educação para a Saúde e para a Sexualidade. Neste sentido, estas áreas prioritárias, junto da Educação para a Comunicação Intergeracional, constituem o foco da estratégia interventiva da Solsef através do seu Gabinete de Educação para a Cidadania e Inclusão-GECI.

Qual o trabalho da Solsef na Educação para a Cidadania?

A Solsef desenvolve atividades de sensibilização que visam uma mudança no paradigma social de forma a apostar em sociedades justas e inclusivas, quer através da mudança de atitudes em sociedades excludentes quer através da toma de consciência em grupos excluídos que devem revindicar o seu papel e lugar na sociedade.

A Solsef desenvolve ações de Educação para a Cidadania em formato “projetos” (ações que transformam necessidades previamente identificadas em objetivos a atingir e resultados espectáveis num período de tempo médio ou longo) e também através das suas “ações curtas de sensibilização” (ações concretas, realizadas num curto prazo, que visam a conscientização do público-alvo através de palestras, conferências, exposições, formação de grupos, campanhas de sensibilização, concursos, eventos da loja solidária, eventos desportivos, ações de sensibilização na rua, etc.

Contamos com uma basta rede de voluntários, previamente formados, que atuam como Agentes de Educação para a Cidadania e ajudam espalhar a nosso objetivo de solidarizar o mundo.

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Literacia Financeira

Promover a “educação financeira” no âmbito da Educação para a Cidadania.

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Sons de bem-estar

Contribuir para o bem-estar de jovens, dos 12 aos 25 anos, através da aplicação dos princípios da Musicoterapia no âmbito da Promoção e Educação para a Saúde.

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Todos Contam

Promover a “educação financeira” no âmbito da Educação para a Cidadania.

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Emo(can)ção

Contribuir para o bem-estar emocional em jovens, dos 12 aos 25 anos, através da aplicação dos princípios da Musicoterapia no âmbito da Educação para a Cidadania Global.

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A nova anormalidade

Sensibilizar sobre a “nova normalidade” sociocultural imposta pela Covid-19, no âmbito nacional e além-fronteiras, no contexto da socialização entre os jovens.

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Arte-fato

Sensibilizar o público-alvo institucional, principalmente jovens seguidores das redes sociais da Sol sem Fronteiras, a partir dos princípios da Educação para o Desenvolvimento e a Cidadania Global e através de uma pedagogia 3.0 apoiada em elementos audiovisuais baseados nas “artes gráficas”.

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